Ep. 800 — #88 - Nutrição dos Atletas Profissionais: Janaina Porto Alegre | Stemma Perfomance
Neste episódio especial gravado direto do Estúdio Unlimited Play by stemma no Itaú BBA IRONMAN 70.3 Florianópolis, conversamos com a nutricionista @janainaportoalegre, especialista no atendimento a atletas profissionais, especialmente de esportes de endurance. Ela compartilha estratégias utilizadas por esses atletas para otimizar a nutrição durante as provas, incluindo o consumo de suplementos e os ajustes feitos para garantir o melhor desempenho. Não perca essa troca de experiências e dicas valiosas para quem busca aprimorar sua performance esportiva! Episódio completo já disponível em nossas plataformas! (Links na Bio) para Host: @bruna_mahn Esse conteúdo foi produzido com o suporte de: @z2performance @quattroinvestimentos @kupaaoficial @cashmebrasil @terabyteshop @kingstonbrasil Apoio: @estudioh.br @centauroesporte @nwb.oficial Edição: @acqua_xtreme Arte: @pedroc.jr #stemma #stemmapodcast #stemmasports #stemmaperfomance #z2perfomance #quattroinvestimentos #kupaa #cashme #esporte #kingstonbrasil #triathlon #maratona #estudioh #nwb #teianwb #centauro #centauroesporte #influenciadorescentauro #triathlon #ironman
Resumo
Diretamente do Itaú BBA Aer 70.3 Florianópolis, Bruna conversa com a nutricionista Janaína Porto Alegre, especialista em atletas de endurance e que acompanha nomes do triathlon profissional. O episódio gira em torno de um ponto central: a nutrição de alta performance não é “misteriosa”, mas exige individualidade, método e muito teste. Janaína explica como sua abordagem muda conforme a história do atleta, a modalidade de origem e o objetivo (70.3, Ironman, provas com clima e altimetria específicos). Ao longo do papo, ficam claros os bastidores do que sustenta uma prova: planejamento, adaptação gastrointestinal e disciplina para executar o plano sob pressão. Um dos fios condutores é o caso de atletas que migram de provas curtas para longas (como a Pâmela, acompanhada desde 2018), em que o d
Destaques
- A principal diferença entre atleta profissional e amador está menos em “segredos” e mais em individualidade, histórico esportivo e capacidade de executar o plano sob pressão.
- Migrar de provas curtas para longas costuma exigir uma adaptação gastrointestinal gradual para tolerar e absorver mais carboidrato por hora, algo que pode levar meses ou anos.
- Consumir muito carboidrato (100–120 g/h) não é obrigatório para todos; é preferível um plano menor que o atleta sustente até o fim do que um agressivo que falha na corrida.
- Testes metabólicos/ergospirometria e dados do fisiologista ajudam a ajustar a estratégia (inclusive reduzir carboidrato quando o atleta fica mais eficiente no uso de gordura), diminuindo risco de erro no dia.
- Estratégia de carboidrato múltiplo (glicose + frutose) melhora o potencial de absorção ao usar transportadores diferentes; sódio facilita o transporte da glicose no intestino.
- Hidratação é difícil de mensurar na corrida; a abordagem prática é treinar o feeling, beber em todos os postos e evitar sinais simples como boca seca, além de levar redundância na bike.
- O componente emocional (ansiedade/estresse) influencia o eixo intestino-cérebro e pode piorar sintomas gastrointestinais e contribuir para câimbras, exigindo rotina e organização no pré-prova.
Tópicos: Nutrição para triathlon (70.3 e Ironman): diferenças entre profissionais e amadores, Treino do intestino e adaptação gastrointestinal para altas doses de carboidrato, Estratégias de carboidratos múltiplos (glicose/frutose) e papel do sódio na absorção, Hidratação em prova: limitações de mensuração e estratégias práticas, Influência do emocional no desempenho, GI e câimbras, Planejamento de temporada: base vs fase específica e integração com treinador/fisiologista
Citações
- “no dia da prova, assim, o que comanda a prova é o atleta seguir ali a potência, o pace e a alimentação. Ponto, né?” — Janaína Porto Alegre
- “na bike dá tudo certo, né? O problema é quando bota o pezinho no chão” — Janaína Porto Alegre
- “Não, gente, se tá tranquilo, tem alguma coisa errada.” — Bruna
- “o limite é a fase específica, o limite, porque o atleta vim buscar o nutricionista faltando um mês e meio paraa prova, quando ele já tá lá batendo 180 de bike, 160, 180, gente, é muito pouco tempo pra gente fazer os testes” — Janaína Porto Alegre