Ep. 234 — EP.234 - Popularizamos a tecnologia: Rogério Barenco - Gerente Geral da Mizuno no Brasil | stemma podcast
Trouxemos até o stemma podcast o Executivo que está a frente da Mizuno 🇯🇵 no Brasil 🇧🇷 pra falar sobre passado, presente e o futuro da marca e bater um papo sobre a sua trajetória corporativa no universo esportivo. @barenco conversou com a gente desde o nascimento da marca em Osaka no Japão em 1906 até os recentes lançamentos extremamente tecnológicos da linha Hyperwarp, e de Ayrton Senna e Rivaldo à Miguel Hidalgo! Conheça nesse episódio curiosidades, bastidores e histórias da @mizunobr e da pessoa à frente dessa marca centenária! Episódio completo já disponível em nossas plataformas! (Links na Bio) Hosts: @fabiobessaaa & @thikawamura Esse conteúdo foi produzido com o suporte de: @z2performance @terabyteshop @kingstonbrasil Gravação: @studiostemma Edição: @acqua_xtreme Arte: @pedroc.jr #stemma #stemmapodcast #stemmasports #mizuno
Resumo
O episódio reúne Fábio Bessa e Thiago Calamura com Rogério Barenco, gerente geral da Mizuno no Brasil, para uma conversa que mistura produto, estratégia de marca e bastidores de execução. A partir do hype do lançamento da linha HyperWARP (Pure, Elite e Pro), Barenco explica como a Mizuno vem reposicionando sua plataforma de performance após a era Rebellion, trazendo uma proposta mais “usável” e estável sem abrir mão de materiais premium. O papo também passa por marketing de comunidade (running crews, assessorias e atletas) e por como a marca pensa em ampliar mercado ao “popularizar tecnologia”. Mesmo não sendo um podcast de fintech, há um fio claro de negócio: precificação, cadeia produtiva, adoção de tecnologia e expansão de share por acesso. Na parte técnica, Barenco detalha a evolução
Destaques
- A transição Rebellion → HyperWARP busca manter performance, mas reduzir barreiras de adoção: menos agressividade biomecânica e mais estabilidade/“calçar e correr”, o que amplia o público potencial.
- A “revolução” do running recente é mais de materiais (espumas supercríticas) do que apenas de placa de carbono; espuma + geometria + placa é o conjunto que entrega performance, conforto e leveza.
- Mesmo com opção mais barata, o early adopter tende a comprar a versão topo (Pure/Elite), mostrando que em lançamentos premium o comportamento pode ser ‘ir direto para o melhor’.
- Modelo industrial híbrido (importação + produção nacional) permite trazer tecnologia para faixas de preço mais acessíveis, gerando ganho de volume e market share ao reduzir o custo ao consumidor.
- A Mizuno no Brasil tem relevância desproporcional dentro do grupo global e isso habilita autonomia para desenhar/desenvolver produtos localmente em parceria com o Japão, respeitando padrões exigentes.
- Comunidade como canal: Running Station na USP virou ponto de encontro de running crews, reforçando experimentação de produto, serviço e presença orgânica da marca no ecossistema.
- O Wave Prophecy ilustra como um produto de performance pode virar ícone de sports style por dinâmica cultural local, e o Brasil pode influenciar a leitura global do item (inclusive em boutiques e fashion weeks).
Tópicos: Lançamento da linha HyperWARP (Pure, Elite e Pro) e evolução pós-Rebellion, Espumas supercríticas, placa de carbono e tendências em running/super trainers, Estratégia industrial e desenvolvimento local na Vulcabras (Enerzy, takedowns NEO/Sky), Marketing de comunidade: Running Station, running crews, assessorias e experimentação, Fenômeno cultural do Wave Prophecy no Brasil e expansão para sports style/global, Patrocínio de atletas (Miguel Hidalgo) e spoiler de circuito de corridas com naming rights
Citações
- “É, a gente vai ter um evento, tá? Se eu não me engano, dia primeiro de março, a gente quer reunir esses corredores e aí eh descobrir quem quem é o corredor mais rápido e vai ter uma premiação muito legal, né?” — Rogério Barenco
- “A gente tá conseguindo fazer tênis mais altos, eh, com materiais que são super leves e responsivos, né? Então, fazem muita diferença.” — Rogério Barenco
- “Eu acho que ser brasileiro, se chegar no Japão e falar que ser brasileiro, pô, todo mundo vai meio se encantar assim, tipo, sabe? Eles acham legal o Brasil, né?” — Rogério Barenco
- “Não, não, não, tá melhor para vir.” — Rogério Barenco
- “Vamos fazer um episódio do STE lá no Running Station.” — Fábio Bessa