Ep. 312 — EP.48 - Doenças Respiratórias, sera que você tem? Bruna Mahn & Dr. Ricardo Siufi - Stemma Performance
Neste episódio do Stema Performance, trazemos muitos insights sobre pneumologia e saúde respiratória para atletas. Com a participação especial do Dr. Ricardo Siufi, você aprende sobre:Sintomas respiratórios e quando se preocupar.Doenças comuns como asma e broncoespasmo e como tratá-las.Impactos de condições respiratórias no desempenho esportivo.Importância de plano de automanuseio para atletas asmáticos.Estratégias para melhorar a performance respiratória e evitar crises durante atividades físicas.Não perca estas dicas valiosas e melhore sua saúde respiratória para alcançar melhores resultados nos seus treinos!Timestamps Importantes:00:00 Introdução e novidades do Stema Performance00:43 Parceria com Kingston e início do tema de pneumologia01:45 Identificando sintomas respiratórios em atletas02:48 Principais doenças respiratórias discutidas04:27 Importância da adesão ao tratamento na asma10:19 Estratégias de tratamento para broncoespasmo21:41 Melhoria de performance após o diagnóstico correto29:32 Edema pulmonar de natação e precauções32:34 Conclusões e recomendações finais ⚡Cupom STEMMAZ2 em todo site: https://www.z2foods.com/shop 🥇Fale com um especialista em investimentos: https://bit.ly/quattroxpinvest 👟 Cupom STEMMA em todo site da Centauro: https://www.centauro.com.br/ 👕 CAMISETAS DO STEMMA (COMPRE A SUA!): https://reserva.ink/stemmapodcast Redes: https://www.instagram.com/stemmasport/ Hosts: Fabio Bessa https://www.instagram.com/fabiobessaaa/ Thiago Kawamura https://www.instagram.com/thikawamura/ Edição: Gabriel Barbosa https://www.instagram.com/acqua_xtreme/ INSCREVA-SE NO CANAL! [Cupons e promoções em funcionamento até a publicação do video]
Resumo
No EP.48 do Stemma Performance, Bruna Mahn conversa novamente com o Dr. Ricardo Siufi para aprofundar, de forma prática, como atletas podem identificar, diferenciar e tratar doenças respiratórias que derrubam performance e qualidade de vida. O episódio funciona como continuação do anterior, saindo da teoria para um “manual de sobrevivência” de sintomas, sinais de alarme e tomada de decisão no treino e na competição. A conversa enfatiza que falta de ar, chiado, tosse e pressão no peito não devem ser normalizados como “fraqueza” ou “falta de preparo”. Também entra forte o tema de decisão compartilhada entre atleta, médico e treinador, conectando dados de treino, exame físico e acompanhamento contínuo. O Dr. Siufi organiza o raciocínio clínico separando vias aéreas superiores e inferiores, e
Destaques
- Sintomas como pressão torácica, sibilância (chiado), falta de ar e tosse são típicos e devem acender o alerta, mas sinais como tosse com sangue, dor localizada, febre persistente ou emagrecimento exigem investigação de causas mais graves (pneumonia, micobacteriose/tuberculose e outras).
- Em atletas, a maioria das infecções respiratórias é de vias aéreas superiores (resfriado/gripe), enquanto uma parcela menor atinge vias inferiores (bronquite/bronquiolite/pneumonia); isolar o vírus pode mudar conduta por existir antiviral para covid e influenza.
- A principal causa de descontrole de doença respiratória crônica no atleta é baixa adesão: melhora clínica leva o atleta a interromper medicação de manutenção e perder a “janela de oportunidade”, voltando a piorar dias depois.
- Asma não deve ser tratada apenas com beta2-agonista de curta ação desde 2019; broncoespasmo induzido por exercício pode usar salbutamol pré-treino, mas uso frequente sugere necessidade de anti-inflamatório inalatório e reavaliação do plano terapêutico.
- WADA permite certas doses de salbutamol e formoterol e pode permitir até imunobiológicos em asma grave; o risco maior é o uso inadvertido de corticoide sistêmico em pronto atendimento perto de competição, e o atleta é responsável por tudo que recebe.
- Nem todo sintoma “respiratório” é do pulmão: anemia, distúrbios tireoidianos, overreaching/overtraining e outras causas sistêmicas podem simular limitação ventilatória, exigindo exame físico e investigação dirigida.
- Na natação (especialmente em água fria com roupa de borracha), desconforto pode ser multifatorial, mas sinais graves como baixa oxigenação e tosse com sangue podem indicar edema pulmonar induzido por natação e exigem interromper a prova.
Tópicos: Asma, broncoespasmo induzido por exercício e diagnóstico diferencial (laringoespasmo e respiração disfuncional), Infecções respiratórias em atletas: vias aéreas superiores vs inferiores, sinais de alarme e retorno ao treino, Tratamento inalatório, técnica de uso e adesão terapêutica em atletas, WADA/doping: limites de salbutamol e formoterol, corticoide sistêmico e plano de automanejo, Triatlo e natação em água fria: desconforto respiratório, roupa de borracha e edema pulmonar induzido por natação
Citações
- “não é normal tosir não é normal ter falta de ar não é normal demorar para aquecer né” — Bruna Mahn
- “desde 2019 não existe tratamento de asma com monoterapia com uma terapia só com beta2 agonista de curta sal butamol ou clássico Aerolin desde 2019 eu não posso tratar asma só com Aerolin” — Dr. Ricardo Siufi
- “o atleta é responsável por tudo aquilo que ele utiliza” — Dr. Ricardo Siufi
- “não tem prova que se compare a vida” — Dr. Ricardo Siufi