Ep. 324 — EP.245 - Transformando vidas com a corrida: Edson Santi - Presidente da Achilles Brazil | stemma podcast
Embarque nesse episódio especial do stemma com @edson_santi Presidente da @achilles_brazil. Após conviver com as consequências da poliomielite com ajuda de muletas, Edson recebeu um notícia do médico que soou como uma sentença: era hora de ir para a cadeia de rodas. Porém a notícia que num primeiro momento foi difícil de digerir, abriu outras portas jamais imagináveis para Edson naquela época: Edson completaria as Maratonas de NY 🇺🇸 e Berlim 🇩🇪 com sua handcycling e vem transformaria vidas de várias outras pessoas com deficiência (PCD) que se tornaram, segundo ele, atletas com deficiência (ACD) através da @achilles_brazil. Episódio completo já disponível em nossas plataformas! (Links na Bio) Hosts: @fabiobessaaa & @thikawamura Esse conteúdo foi produzido com o suporte de: @z2performance @terabyteshop @kingstonbrasil @ticket.sports @oakleybr Gravação: @studiostemma Edição: @bieell_barbosa & @gui_favotto123 Arte: @pedroc.jr #stemma #stemmapodcast #stemmasports
Resumo
O episódio traz um relato profundamente pessoal sobre transformação e autonomia a partir de uma virada inesperada: a recomendação de ir para uma cadeira de rodas. O convidado descreve o choque inicial e a sensação de “regressão”, como se estivesse perdendo capacidade ao invés de ganhar qualidade de vida. Com o tempo, ele ressignifica essa mudança e afirma que a cadeira de rodas, na prática, ampliou sua liberdade e possibilidades. A conversa se desenha como uma jornada de aceitação, adaptação e construção de propósito. A partir dessa mudança, a corrida aparece como ferramenta de reconexão com a vida fora de casa e com outras pessoas. A missão descrita vai além de performance ou competição: trata-se de tirar alguém do isolamento, criar rotina de atividade física e, principalmente, construir
Destaques
- A mudança para a cadeira de rodas pode representar ganho de autonomia e liberdade, contrariando a percepção inicial de perda ou regressão.
- Atividade esportiva, no contexto do episódio, funciona como gatilho de reinserção social e combate ao isolamento, indo além do desempenho físico.
- A missão do projeto enfatiza consistência e pertencimento: tirar a pessoa de casa e conectá-la a uma comunidade é tão importante quanto a corrida em si.
- Doação e reciprocidade aparecem como motor do impacto: ao se dedicar ao outro, o participante também recebe suporte emocional e sentido.
- Aceitar ajuda é um marco de transformação; a vulnerabilidade abre espaço para reorganizar a vida e reencontrar direção.
- A “grande família” citada no episódio sugere que comunidades de apoio são infraestrutura social essencial para mudanças duradouras.
- Propósito e fé (referência a registros bíblicos) surgem como linguagem para consolidar o significado do que foi vivido e do que é construído com o grupo.
Tópicos: Inclusão e mobilidade (cadeira de rodas e autonomia), Corrida como ferramenta de transformação social, Comunidade, pertencimento e conexão, Doação, reciprocidade e propósito
Citações
- “Olha, por que que você não vai para uma cadeira de rodas?” — convidado(s)
- “A cadeira de roda me trouxe mais liberdade.” — convidado(s)
- “A missão é tirar a pessoa de casa para ela que faça uma atividade esportiva e tem uma conexão social, porque extrapola um pouquinho a corrida, extrapola a prova.” — convidado(s)
- “Dá é melhor do que receber.” — convidado(s)