Ep. 596 — #244 - Carlos Kawall: Sócio Oriz Partners & Maratonista | stemma podcast
Kawall com frequência é convidado para falar sobre economia nos grandes veículos de mídia. Com passagens como Secretário do Tesouro Nacional, CFO da atual B3, Economista-Chefe do Banco Safra e Citi, agora ele se dedica a @orizpartners onde é sócio. Mas aqui nesse episódio especial do stemma, @carloskawall veio conversar sobre como a corrida fez e faz parte da sua vida. Maratonas e ultramaratonas andaram ao seu lado e hoje ele compartilha os seus aprendizados nessa sua jornada desafiando o seu corpo e mente neste episódio exclusivo! Episódio completo já disponível em nossas plataformas! (Links na Bio) Hosts: @fabiobessaaa & @thikawamura Esse conteúdo foi produzido com o suporte de: @z2performance @terabyteshop @kingstonbrasil Gravação: @studiostemma Edição: @bieell_barbosa & @gui_favotto123 Arte: @pedroc.jr #stemma #stemmapodcast #stemmasports
Resumo
O episódio recebe Carlos Kawall, economista com passagem por posições-chave no mercado e no setor público (Citibank, BNDES, Tesouro Nacional, Safra e outras), mas a conversa gira principalmente em torno de disciplina, longevidade e performance na corrida. Fábio Bessa e Thiago Calma conectam a trajetória profissional intensa do convidado com a construção de rotina esportiva consistente, mostrando como a corrida entra como ferramenta de organização de vida, e não como “mais uma obrigação”. Kawall também compartilha bastidores práticos de treinamento, escolhas de tênis e os aprendizados de anos lidando com lesões e fisioterapia. Kawall conta que começou a correr mais seriamente perto dos 40 anos e fez sua primeira maratona em Nova York (2000), num contexto em que havia menos provas e menos c
Destaques
- Disciplina esportiva pode reorganizar a rotina e melhorar desempenho no trabalho e na vida familiar, porque a corrida passa a ser um pilar estruturante e não uma distração.
- Longevidade na corrida depende de progressão conservadora, musculação e trabalho postural; picos de performance sem base ou sem força aumentam risco de lesão e interrupções longas.
- Ultras com tempo de corte rígido (como a Two Oceans) exigem estratégia realista: subida caminhando consome minutos rapidamente e pode transformar “folga” em risco de corte.
- Persistência após contratempos (pandemia, contusões, quedas) é um diferencial: manter o plano, adaptar o formato (prova solo/virtual) e voltar gradualmente permite retomar metas grandes.
- Há trade-offs familiares relevantes em treinos muito longos (ex.: preparação para Comrades), e maturidade esportiva inclui escolher desafios compatíveis com tempo e contexto de vida.
- Em termos de saúde, esportes de endurance podem se associar a maior probabilidade de fibrilação atrial em alguns casos; acompanhamento médico e intervenções (como ablação) podem permitir retorno seguro.
- Na carreira, empreender em wealth management/family office pode ser uma evolução natural de experiência em macro e mercado: proposta de independência e alinhamento ao cliente se torna diferencial competitivo.
Tópicos: Longevidade esportiva, lesões e retorno às maratonas após os 60, Two Oceans (56 km): estratégia, altimetria e tempo de corte, Rotina, disciplina e conciliação entre trabalho, família e treino, Carreira em macro/finanças e explicação do papel do Tesouro Nacional, Oriz Partners: gestão de patrimônio (private/wealth) com proposta independente, Projeto de vinho na Argentina (Mendoza) e enoturismo como hobby/negócio
Citações
- “Quando você começar a treinar com regularidade, com disciplina, você vai ver que você vai conseguir reorganizar a sua vida de uma maneira que a corrida vai ser indispensável pro resto do que você do que você faz.” — Carlos Caval
- “Eu consegui chegar em 6:50, quer dizer, eu tinha 10 minutos, mas 10 minutos não é nada.” — Carlos Caval
- “A mensagem aqui é o seguinte, né? Eh, tem que insistir, a gente tem que superar esses momentos.” — Carlos Caval
- “Dá sim. Se eu conseguir voltar a correr maratona depois de 60 anos e tô correndo e não tô me machucando, né, qualquer um pode, né?” — Carlos Caval