Ep. 608 — #03 - Qiaodan: Grandes planos para o Brasil - Ederson Almeida (Qiaodan Brasil) | stemma China
Nesse 3º episódio do podcast stemma China trouxemos o Ederson Almeida da R1 Sports, a importadora oficial da @qiaodanofficial no Brasil. Com uma vasta experiência na importação e revenda de produtos esportivos, a R1 Sports foi até a China negociar diretamente com a @qiaodanofficial a licença para importar, vender e ser o representante da marca no Brasil. Com ações e presença na @sao_silvestre e @maratonadesaopaulo, a @qiaodanbrasil vem tentando se posicionar em um mercado extremamente competitivo dos tênis de corrida mas com grandes oportunidades. Conversamos sobre os planos da marca no mercado brasileiro, escolha de produtos, novos modelos que estão por vir e como estão sentindo a receptividade do corredor com a marca. stemma China 🇨🇳 é um Programa Original do @stemmasports (link do Episódio na Bio) sigam @stemma.china hosts: @fabiobessaaa & @cjgueiros gravação: @studiostemma edição: @bieell_barbosa & @gui_favotto123 capa: @pedroc.jr #stemmachina #stemma #china #qiaodan
Resumo
Fábio Bess e Carlos Gueiros recebem Ederson Almeida, da R1 Esports, distribuidora com mais de 25 anos no mercado esportivo, para explicar como a Qiaodan (Kyodan Brasil) está entrando oficialmente no running brasileiro. O episódio gira em torno do “como” uma marca chinesa chega ao Brasil: negociação em feiras internacionais na China, assinatura de contrato e construção de operação local com estoque, SAC e pós-venda. Ederson relata a surpresa positiva ao perceber que corredores brasileiros já conheciam a marca e estavam abertos a testar novidades fora do eixo tradicional. A conversa também contextualiza a escala do mercado chinês e como isso molda a velocidade de lançamentos e a estratégia das marcas. No núcleo da história, Ederson descreve a virada estratégica da R1 Esports ao sair do univ
Destaques
- A R1 Esports firmou contrato de distribuição exclusiva da Qiaodan no Brasil, assumindo obrigação de pós-venda, trocas e atendimento dentro do Código do Consumidor como diferencial frente à importação paralela.
- A escolha do portfólio inicial priorizou modelos de placa (PB6 e Play 2.0) por serem os itens de maior demanda mundial e por concentrarem o “sinal de performance” que acelera a adoção da marca.
- A presença em eventos (ex.: São Silvestre e Maratona de São Paulo) funciona como principal ponto físico de contato e educação do consumidor para uma marca nova em um mercado altamente técnico.
- Influenciadores e reviews são tratados como infraestrutura de confiança: produto enviado para teste, geração de conteúdo e uso de cupons para rastrear conversão e ampliar conhecimento da marca.
- A escala e a velocidade do mercado chinês moldam a estratégia: muitos lançamentos e variações de cores em ritmo acelerado, exigindo decisões de sortimento com base em apostas e leitura de demanda local.
- O desafio de numeração e forma (incluindo percepção de pé mais estreito em modelos chineses) é mitigado com tabela completa (BR/US e centímetros) e com a promessa de troca rápida com estoque local.
- A Qiaodan ainda tem como prioridade conquistar o mercado interno chinês (com milhares de lojas), o que ajuda a explicar por que a expansão internacional pode ser seletiva e gradual.
Tópicos: Distribuição exclusiva e pós-venda de marcas chinesas no Brasil, Estratégia de entrada no mercado de running via eventos e e-commerce, Tênis de placa (PB6, Play 2.0/3.0), tecnologia e posicionamento de preço, Influenciadores, reviews e cupons como alavancas de confiança e vendas, Escala do mercado chinês, velocidade de lançamentos e live commerce
Citações
- “Temos um contrato de distribuição exclusiva no mercado brasileiro, né? Eh, onde a gente tem que dar todo o respaldo, tanto na comercialização, troca, todo pós-venda ao ao consumidor final aqui no Brasil.” — Ederson Almeida
- “Ah, assustou bastante porque a gente não, a gente não tinha noção do que do que o corredor é que ele conhece a marca. Ele conhece a marca, ele tá conhece a marca.” — Ederson Almeida
- “A Kodan hoje tem aproximadamente são 6000 lojas, né, da China.” — Ederson Almeida
- “Temos que entrar no mercado para ontem, né?” — Ederson Almeida