Ep. 729 — EP.38 - Nike na SPCity, Insights do Krutman e tá chegando a SS
Hosts: @kdo.santos @fabiobessaaa @thikawamura IA + roteiro: @yaraachoa parceiro: @oakleybr (sorteamos +1 óculos) Episódio completo já disponível no Spotify e YouTube (link na Bio!) #stemma #radarstemma
Resumo
O episódio mistura o formato “giro de notícias” com bastidores bem pessoais do estúdio, criando um Radar Sema caótico e divertido, mas cheio de sinais relevantes para o ecossistema de esporte, eventos e marcas. Thiago Cauamura e Cado dos Santos começam com piadas sobre atestado e uma sequência de unboxings do kit da Milk, até Fábio Bessa entrar no meio do programa e tentar “colocar ordem”. Mesmo com a bagunça, o trio percorre uma pauta ampla: patrocínios, tendências de participação do atleta amador, regras de antidoping e a força cultural/econômica do running. O tom é de comunidade: comentários ao vivo, sorteios, presença de convidados no estúdio e referências a episódios anteriores. O destaque de marca do começo é a Nike assumindo o naming da prova, que passa a se chamar “Nike SP City Ma
Destaques
- Naming rights e experiência do atleta caminham juntos: Nike assumir a SP City e mover a Expo para a Bienal no Ibirapuera melhora logística, acessibilidade e reforça posicionamento de marca na cultura da cidade.
- Segundo Daniel Kutman, inovação real no esporte tende a surgir na “rua” (microcriadores, comunidades e experimentação), mais do que em eventos e brainstorms corporativos—um alerta para marcas e plataformas que querem antecipar tendências.
- O atleta amador é cada vez mais “multiesporte” e menos fiel a marcas; a competição deixa de ser só por aquisição e vira por retenção (fazer o corredor repetir o mesmo evento/organizador).
- O esporte virou eixo de saúde e bem-estar com influxo de IA, neurociência, startups e fundos; isso expande oportunidades de produtos/serviços ao redor de performance, prevenção e comunidade.
- Antidoping é um problema de governança e risco: a lista da WADA não é exaustiva e a responsabilidade é estrita—educação e checagem (Global DRO/Jogo Limpo) viram parte do “compliance” do atleta.
- Acesso e impacto social aparecem como tendência: circuito gratuito em Pernambuco (com doação de alimentos) e São Silvestre indígena como política de saúde comunitária e pertencimento.
- Escassez e gamificação geram desejo e engajamento: desafios no Strava e itens limitados (como o sininho/medalha da Milk) criam tráfego, prova social e senso de comunidade com métricas claras.
Tópicos: Nike assume naming rights da SP City Marathon e mudanças na Expo, Insights do Daniel Kutman (Ticket Sports) sobre inovação e comportamento do atleta amador, Lista proibida da WADA/ABCD e responsabilidade estrita no antidoping, São Silvestre indígena (Chavante) e esporte como impacto social, Inscrições por sorteio (Valência) e crescimento da demanda por grandes provas, Ativações de marca e comunidade (Milk, Casa Nubank, desafios no Strava)
Citações
- “O futuro do esporte é gigantesco.” — Fábio Bessa
- “Caiu no exame é do atleta. Aqui, ó, a nossa a nossa IA já colocou o que eu falei aqui, ó. É do atleta, não interessa quem recomendou, quem achou que podia ou quem comprou no camelô.” — Fábio Bessa
- “As grandes tendências não nascem em um evento, num stand de expo, nem no brainstorming das agências. Elas aparecem no microcriador, na quadra da esquina, na galera testando coisa nova.” — Cado dos Santos
- “A corrida e a caminhada lideram o ranking de atividades físicas do país com 28% de preferência. A musculação ficou logo atrás com 26, mas já perdeu a coroa do ano anterior.” — Thiago Cauamura