Ep. 633 — #49 – Kipchoge no Brasil, Recorde nos 21k, Nagoya & Shanghai, IRONMAN 70.3 Curitiba | radar stemma
Tudo o que você precisa saber pra ficar bem informado sobre o universo running em 1 episódio IRONMAN 70.3 Curitiba; Maratona de Nagoya; recorde em Lisboa; Kipchoge no Brasil; Maratona de Los Angeles entrega medalha aos desistentes; Maratona de Xangai avança para ser Major; Medalha de nove estrelas; GIRO (Olympikus e Pace Lab e + tênis da Maratona de SP; Nike After Dark Run; Maratona de Praia Grande e Boston; Circuito Mizuno Athenas; Desafio da Ponte; Skechers no Parque Villa-Lobos; Quênia suspende 27 atletas; Brasil pode ter recorde de corredores) Hosts: @kdo.santos @fabiobessaaa @thikawamura @cjgueiros IA + roteiro: @yaraachoa Episódio completo já disponível no Spotify e YouTube (link na Bio!) #stemma #radarstemma
Resumo
O episódio #49 do Radar Stemma (Fintech Makers) mistura o radar semanal do universo running com uma leitura bem prática de negócios, marketing e patrocínios no esporte. Fábio Bessa, Kadu Santos, Thiago Calamura (Camargo) e Carlos Gueiros comentam as principais notícias — de triathlon a maratonas internacionais — com o tom descontraído do programa e com várias “aulas” sobre como marcas ganham relevância em eventos. Mesmo sendo um episódio sem convidado único, o time funciona como uma mesa-redonda que alterna bastidores de prova, dados e opinião. O bloco mais “fintech” do episódio aparece na análise do IRONMAN 70.3 Curitiba, que estreou o Nubank como patrocinador master e levou o roxo para a comunicação visual do evento. O grupo destaca que patrocínio sem ativação vira “paisagem” e discute
Destaques
- Patrocínio esportivo eficaz exige investimento em ativação (experiência e serviço ao atleta); “só logotipo” perde atenção rapidamente e tende a virar desperdício de verba.
- O caso Nubank no IRONMAN 70.3 Curitiba ilustra como uma marca pode “colorir” o evento e criar utilidades (customização, manutenção de bike, carregamento, foto/recordação) para gerar lembrança e preferência.
- Provas exclusivamente femininas e o crescimento da participação feminina (como os dados citados da Maratona do Rio) indicam uma mudança estrutural do mercado de corrida e do público-alvo das marcas.
- Recordes e circuito de meias rápidas (Lisboa/Valência/Copenhague etc.) mostram como organização, percurso, premiação e capacidade de atrair elite criam um “clubinho” de performance com impacto em mídia global.
- Decisões de segurança e reputação (caso Los Angeles com atalho e medalha) geram trade-off entre integridade esportiva e gestão de risco, hospitalizações e operação do evento.
- O caminho de Shanghai para virar Major, somado a Sydney e possíveis novas Majors, reforça a gamificação (medalhas “star”) como motor de turismo, consumo recorrente e comunidade global.
- Ativações de varejo e produto (Pace Lab da Olímpicos/Centauro) indicam uma estratégia de educação do consumidor para justificar preço/tecnologia e criar desejo via experiência, não só propaganda.
Tópicos: Patrocínio e ativação de marca no esporte (Nubank no IRONMAN 70.3 Curitiba), Resultados e bastidores do IRONMAN 70.3 Curitiba, Maratonas e performance global (Nagoya, Lisboa e recorde de meia maratona), Governança de provas: segurança, regras e polêmicas (Maratona de Los Angeles), World Marathon Majors e a candidatura de Shanghai/Nine Star Medal, Mercado de corrida no Brasil: crescimento, varejo e produtos (Pace Lab, Skechers, Mizuno)
Citações
- “o patrocinar para logotipo na camiseta, você está rasgando dinheiro, você está jogando dinheiro fora. É você comprar o avião e não ter dinheiro para pôr combustível.” — Thiago Calamura
- “A marca forte é Ironman. A marca forte não é Nubank, a marca forte é Ironman, né?” — Thiago Calamura
- “Cara, eu não pegaria em hipótese alguma, em hipótese alguma, não pegaria.” — Thiago Calamura
- “O ritmo foi 2:43 por quilômetro. Então, você você você lembra, né, que a gente noticiou que ele havia quebrado, né, em em em Barcelona.” — Fábio Bessa