Ep. 673 — #43 | Entre novelas e linhas de chegada, com Bárbara Maia | Girls Who Run
Um papo sobre carreira, escolhas e construir novos caminhos sem abandonar o que já foi feito. Neste episódio do Girls Who Run, conversamos com Bárbara Maia, atriz com trajetória consolidada na TV, no teatro e no audiovisual, que passou a viver o esporte também como uma segunda frente profissional. Neste episódio, você vai ouvir sobre: Carreira artística e disciplina de longo prazo Corrida e esporte como parte da rotina e do trabalho Construir credibilidade em um novo mercado Conciliar duas carreiras sem precisar escolher só uma 📲 Instagram: @girlswhorun.pod | Nossas Hosts: Ma Fanti @chefanti e Mari Real @ma.rianareal 👟 Convidada: https://www.instagram.com/barbaramaiia/?hl=en Patrocinio: All Out Run - cupom GIRLSWHORUN Estúdio: @estudioh.br | Produção: @stemmasports Edição:Gabriel Barbosa #GirlsWhoRun #CorridaFeminina #MulheresQueCorrem #GrupoDeCorrida #Comunidade #RunningPodcast #PodcastBrasileiro #Corrida #StemmaTv
Resumo
Mariana Real e Marcela Fant recebem Bárbara Maia, atriz com carreira iniciada ainda criança e que, nos últimos anos, também passou a ocupar um espaço profissional no esporte e na publicidade. A conversa gira em torno de escolhas não lineares, identidade profissional e como diferentes frentes podem coexistir sem se anularem. Bárbara detalha a infância cercada de incentivo cultural, a entrada no teatro aos 10 anos e como o palco destravou a timidez, virando uma base para o restante da vida. Ao longo do episódio, as hosts puxam reflexões sobre disciplina, vulnerabilidade e amadurecimento sob exposição pública. Do lado da atuação, Bárbara aprofunda como é construir personagens, lidar com a rejeição constante e com a instabilidade do mercado audiovisual. Ela conta que a fama nunca foi o objeti
Destaques
- Carreiras não lineares podem ser uma vantagem: atuar, comunicar e correr viram frentes complementares que se fortalecem mutuamente.
- Na atuação, disciplina e preparo (estudo, contexto, laboratório e passado do personagem) são essenciais e moldam também a forma de encarar trabalho e rotina fora das câmeras.
- Rejeição é parte estrutural do mercado artístico; separar “não fui escolhida” de “não sou boa” é um divisor de águas para saúde mental e longevidade de carreira.
- A corrida apareceu como ferramenta prática de regulação emocional (ansiedade/angústia), desconexão de telas e reconexão com natureza, antes de virar meta esportiva.
- Treinos e ciclos longos exigem gestão de energia e humildade: a maratona pode ser vivida com leveza e orgulho do processo, não só por tempo e performance.
- Networking e relacionamento não são oportunismo: são construção diária de confiança, presença e alinhamento com os lugares e pessoas que te aproximam do que você quer.
Tópicos: Transição de carreira e identidade profissional multifacetada, Bastidores da atuação: construção de personagem, disciplina e rejeição, Corrida como ferramenta de saúde mental e autoconhecimento, Maratona: ciclo de treinos, desafios em viagem e primeira prova no Rio, Mercado de streaming, direitos de imagem e organização da classe artística
Citações
- “Afinal, como a corrida nos ensina, nem todo o processo é linear e tem uma única linha de chegada.” — Mariana Real
- “A fama em si, cara, é uma, para mim, é a pior coisa que tem nessa carreira, porque ela alimenta o ego e aí o ego é o que te afunda, entende?” — Bárbara Maia
- “Não se coloquem numa caixinha e não deixem ninguém colocar vocês numa caixinha, tipo, nunca, né?” — Bárbara Maia
- “Eu quero fazer essa primeira maratona sorriso daqui até aqui.” — Bárbara Maia