Ep. 895 — #20 | Coragem e desafios na corrida, com Cris Gusman | Girls Who Run by Stemma
O episódio de hoje é um convite a pensar em autenticidade, tanto na corrida quanto na forma como a gente se comunica no mundo. Vamos falar sobre a coragem de se lançar em grandes desafios, sobre as histórias que a corrida conta e também sobre a importância de lembrar que nunca é tarde para começar algo novo Pra falar sobre esse tema com a gente, recebemos a Cris Gusman. Especialista em marketing digital, podcaster, maratonista e uma inspiração pra quem acredita no poder de construir conexões reais. Inscreva-se no canal @stemmasports no youtube, e siga o Girls Who Run no Spotify e no Instagram! Hosts: Mari Real @ma.rianareal e Marcella Fanti @chefanti Convidada: @cocaferrao Patrocinio: @luposportoficial - GIRLSWHORUN10 para adquirir a meia do corredor e outros produtos com desconto (link: https://www.lsport.com.br/espaco-corredor?utm_source=pod-girls-who-run ) Apoio: bom bowls - cupom girlswhorun Estúdio: @estudioh.br Produção: @stemmasports #girlswhorun #podcastdecorrida #stemmatv #corridafeminina #runningera #luporun #corredoras #maratona Edição:Gabriel Barbosa
Resumo
Mariana Real e Marcela Fant recebem Cris Guzman para uma conversa sobre autenticidade, coragem para se lançar em novos desafios e o poder das comunidades — usando a corrida como fio condutor para decisões pessoais e profissionais. Cris compartilha uma virada de vida tardia: até os 35 anos, não praticava esportes e se via como “zero” ativa, mas um momento de vulnerabilidade pessoal e um alerta de saúde a fizeram “resetar” hábitos. A transformação começou pela musculação diária e, por necessidade prática, a corrida entrou como uma atividade possível em qualquer lugar. O episódio reforça que começar “tarde” não impede evolução consistente e que a mudança pode ser parte de uma identidade autêntica. Na trajetória esportiva, Cris descreve como construiu degraus antes de sonhar alto: a primeira
Destaques
- Mudança de estilo de vida pode começar por um objetivo simples e realista; a evolução na corrida veio por degraus (10K → meia → maratona), sem “passo maior que a perna”.
- A primeira maratona (ou primeira grande meta) deve priorizar experiência e presença, não performance; a pressão por tempo pode tirar o brilho de uma conquista rara.
- Redes sociais ampliam comparação e ansiedade; começar sem muita influência externa ajuda a construir relação mais saudável com o esporte e com metas pessoais.
- No marketing digital, autenticidade e credibilidade sustentam influência; “falar que gosta” do que não usa/curte corrói confiança e reduz conversão no longo prazo.
- Viralização é um atalho ambíguo: pode trazer audiência desalinhada e não gerar resultado; consistência e clareza de nicho tendem a construir público mais fiel.
- Para marcas, o erro comum é escolher creator por número (seguidores/likes) e não por alinhamento de valores e capacidade de vender; audiência não é sinônimo de influência.
- Comunidade não se cria com um anúncio: exige frequência, rituais (dia/hora/lugar), conexão genuína e pessoas internas que sejam fãs reais da marca.
Tópicos: Jornada tardia na corrida e construção de metas (meia e maratona), Autenticidade, comparação e saúde mental nas redes sociais, Marketing digital para pequenos negócios e e-commerce no segmento de corrida, Influência vs audiência: credibilidade, valores de marca e conversão, Construção de comunidade e running clubs como motor de crescimento
Citações
- “Eu era a dona do camarote o combo de bótica com energético.” — Cris Guzman
- “Eu só é de novo aquela coisa, você só vai se tornar maratonista uma vez na vida.” — Cris Guzman
- “Influenciador, ele não é profissão, ele é condição. Você não, você não decide que você é influenciadora. A pessoa que tá sendo influenciada decide, né?” — Cris Guzman
- “Porque dá trabalho fazer.” — Cris Guzman