Ep. 698 — #39 | Criando o próprio caminho | Josi Bellincanta Girls Who Run
Nem toda trajetória é linear — e tudo bem mudar de rota no meio do caminho. Neste episódio do Girls Who Run, a gente conversa com Josi Bellincanta sobre transições de carreira, escolhas fora do óbvio e a coragem de sustentar processos que não vêm com manual. Neste episódio, você vai ouvir sobre: Mudança de carreira e escuta interna Criação de conteúdo com profundidade e responsabilidade Desconforto, presença e corpo em situações extremas O que o esporte ensina quando o plano deixa de existir Um papo sobre confiar no processo, respeitar o próprio tempo e entender que nem sempre correr é seguir a planilha — às vezes é criar o seu próprio caminho. Siga o Girls Who Run no Spotify, avalie o podcast e compartilhe com uma amiga corredora. 📲 Instagram: @girlswhorun.pod | Nossas Hosts: Ma Fanti @chefanti e Mari Real @ma.rianareal 👟 Convidada: @josizerograu Patrocinio: All Out Run - cupom GIRLSWHORUN Estúdio: @estudioh.br | Produção: @stemmasports Edição:Gabriel Barbosa #GirlsWhoRun #CorridaFeminina #MulheresQueCorrem #GrupoDeCorrida #Comunidade #RunningPodcast #PodcastBrasileiro #Corrida #StemmaTv
Resumo
O episódio #39 do Fintech Makers (na prática, um crossover com o podcast Girls Run) gira em torno de “mudanças de rota” e de como sustentar processos quando o plano original deixa de fazer sentido. As hosts Mariana Real e Marcela Fant recebem Josi Bellincanta (conhecida como “J0 Grau”), que compartilha uma trajetória marcada por transições: da arquitetura para uma boutique de roupas com a mãe, e dali para a criação de conteúdo. A conversa conecta esporte, identidade e carreira, mostrando como decisões difíceis podem ser tomadas com método, coragem e consistência. O fio condutor é a ideia de construir o próprio caminho sem esperar que as oportunidades “caiam no colo”. Josi conta como a corrida entrou na sua vida em 2013, em um convite da irmã para correr 5 km “de cara”, e como a prática ac
Destaques
- Transições de carreira bem-sucedidas combinam coragem com método: reservar caixa, definir prazo de teste (ex.: “um ano”) e manter opções de retorno reduz ansiedade e aumenta execução.
- Experimentação orientada por feedback (o que engaja, o que dá energia) pode ser mais eficiente do que tentar acertar o “nicho perfeito” de primeira; o conteúdo de lojas levou ao esporte quando os sinais ficaram claros.
- No esporte, metas e estrutura (planilha, assessoria, ciclos) ajudam a transformar “correr por correr” em evolução mensurável, especialmente no salto para 15 km, 21 km e maratona.
- Desconforto pode ser uma ferramenta de presença e autoconhecimento: gelo e corrida funcionam como práticas de foco no “aqui e agora”, reforçando autocontrole e resiliência.
- Na imersão em gelo, o risco não está só na entrada; o “perigo” pode vir depois, quando o corpo regula e a pessoa exagera no tempo, exigindo protocolos de aquecimento (movimento) e cuidado com hipotermia.
- Comunidade acelera transformação: na ultramaratona, a lógica de ajuda mútua e o astral coletivo sustentam desempenho e sentido, mesmo em condições extremas.
- Comparação é inevitável, mas pode ser usada como inspiração em vez de autossabotagem; respeitar contexto e ritmo próprio é determinante para constância na criação de conteúdo e no treino.
Tópicos: Transição de carreira e construção de identidade profissional, Criação de conteúdo: testes, storytelling e monetização, Corrida: disciplina, assessoria, lesões e provas (21 km e maratona), Imersão no gelo: protocolo, respiração, risco e resiliência, Ultramaratona e apoio de prova (Caminhos da Rosa 250 km), Comunidade, comparação e liberdade na corrida
Citações
- “Eu acho que parada a gente não pode ficar.” — Jose
- “Se você não tem desconforto, você não cresce.” — Jose
- “O que o ser humano é capaz?” — Jose
- “A vida é uma só, sabe? Até quando você vai ficar cozinhando ali algo que não te dá tesão, que não te sabe, não te brilha os olhos.” — Jose