Ep. 731 — #95 - Métricas do Treinamento: Cris Solak | Stemma Perfomance
Um bate-papo com o treinador @crissolak sobre métricas de treinamento e como usar esses dados a nosso favor para aprimorar a percepção de esforço, qualificar os treinos e alcançar melhores resultados. Episódio completo já disponível em nossas plataformas! (Links na Bio) para Host: @bruna_mahn Esse conteúdo foi produzido com o suporte de: @z2performance @quattroinvestimentos @kupaaoficial @cashmebrasil @terabyteshop @kingstonbrasil Apoio: @estudioh.br @centauroesporte @nwb.oficial Edição: @acqua_xtreme Arte: @pedroc.jr #stemma #stemmapodcast #stemmasports #stemmaperfomance #z2perfomance #quattroinvestimentos #kupaa #cashme #esporte #kingstonbrasil #triathlon #maratona #estudioh #nwb #teianwb #centauro #centauroesporte #influenciadorescentauro #corrida #triathlon #ironman
Resumo
O episódio #95 do Fintech Makers (Tema Performance), gravado diretamente do Itaú BBA 70.3 Aracaju, traz uma conversa prática e bem pé no chão com Cris Solac, treinador com 30 anos de experiência no triathlon e fundador da Solac Training (Stemma Performance). Cris conta sua trajetória desde o início precoce como técnico assistente ainda na faculdade, passando pela formação e mestrado na Austrália, onde estudou no Instituto Australiano do Esporte e viveu um período de intensa troca com a elite mundial do triathlon. Ao longo da carreira, ele transitou do foco quase exclusivo em atletas profissionais para uma visão mais ampla, centrada no amador e no conceito de “melhor de si”, sem perder o compromisso com performance. O coração do episódio é a explicação das métricas de treinamento que popul
Destaques
- TSS (Training Stress Score) quantifica carga de treino combinando volume e intensidade; na lógica clássica, 1h no FTP equivale a 100 TSS, servindo como “moeda” para comparar treinos e semanas.
- O “fitness” (CTL) apresentado no TrainingPeaks é, em essência, a média do TSS diário dos últimos 42 dias (6 semanas), refletindo o bloco que mais influencia o nível atual do atleta.
- Comparar números absolutos (ex.: fitness 70 vs 50, ou diferença de 2–3 watts) costuma induzir conclusões erradas; o que importa é contexto, variabilidade diária e como a carga foi construída e direcionada.
- Percepção de esforço é altamente validada cientificamente para controle de carga; potência e frequência cardíaca devem educar o atleta a reconhecer sensações e ajustar execução, não substituir o “feeling”.
- O medidor de potência e as métricas resolveram o problema histórico de análise no ciclismo (vento, terreno, pelotão), mas criaram um novo problema: ansiedade e obsessão por dados no atleta amador.
- Em provas quentes e difíceis, a melhor estratégia tende a ser conservadora na bike para preservar a corrida; pequenas “apostas” na bike para ganhar minutos podem virar perdas enormes na corrida por superaquecimento e fadiga.
Tópicos: Métricas de treino (TSS, FTP, CTL/Fitness) e como interpretar, Percepção de esforço vs obsessão por dados em atletas amadores, Estratégia para provas quentes e com vento (Aracaju 70.3): pacing e energia, Durabilidade e especificidade de treino vs perseguir apenas VO2/limiar
Citações
- “o nosso dizer da da nossa assessoria é o melhor de si. Não importa se é do profissional ou do atleta amador ou do atleta amador iniciante ainda. Você só precisa dar o melhor de si, né?” — Cris Solac
- “a percepção de esforço é a forma mais validada cientificamente de controle de carga de treino, mais do que tudo.” — Cris Solac
- “na dúvida, tira o pé.” — Cris Solac
- “A meia vida da capacidade aeróbica são seis semanas. Você precisa de seis semanas bem feitas pro corpo ir para um novo patamar.” — Cris Solac