Ep. 789 — #28 – Maratona de Nova York: dos treinos à linha de chegada, com Marcella Fanti | Girls Who Run
O episódio de hoje é sobre viver um dos maiores sonhos de qualquer corredora! Aquela prova que atravessa cinco bairros, faz o coração disparar e coloca a gente no centro do maior espetáculo da corrida mundial. Nesse episódio, uma das nossas hosts vira convidada, e vamos falar sobre como foi a experiência de correr a Maratona de Nova York — desde o momento da decisão até o cruzar da linha de chegada no Central Park. Inscreva-se no canal @stemmasports no youtube, e siga o Girls Who Run no Spotify e no Instagram! Hosts: Mari Real @ma.rianareal e Marcella Fanti @chefanti Patrocinio: @luposportoficial - GIRLSWHORUN10 para adquirir a meia do corredor e outros produtos com desconto (link: https://www.lsport.com.br/espaco-corredor?utm_source=pod-girls-who-run ) Apoio: bom bowls - cupom girlswhorun Estúdio: @estudioh.br Produção: @stemmasports #girlswhorun #podcastdecorrida #stemmatv #corridafeminina #runningera #luporun #corredoras #maratona Edição:Gabriel Barbosa
Resumo
O episódio acompanha a volta de Marcella Fanti como “convidada” no próprio podcast para contar, em detalhes, a jornada de realizar um sonho antigo: correr a Maratona de Nova York. Ela e Mariana Real reconstroem desde a origem do desejo — marcado por filmes, séries e a imagem icônica do Central Park — até a decisão prática de se inscrever numa major. A conversa mistura emoção e pragmatismo: como escolher a forma de inscrição, lidar com o custo e fazer a viagem caber na vida real. Ao longo do relato, a maratona aparece não como um feito isolado, mas como um marco de identidade e de autoestima esportiva. Marcella explica que não foi sorteada e entrou via agência (Terra Mia), assumindo que a decisão teve impulso, mas também timing de vida. Ela reflete sobre “gastar com experiência”, equilibra
Destaques
- Nova York pode ser um sonho esportivo, mas a decisão de ir envolve timing de vida, planejamento financeiro e a escolha de priorizar experiências sem se endividar.
- Ciclos mais “leves” e sustentáveis tendem a aparecer quando há base de volume e constância ao longo do ano, em vez de picos de treino só perto da prova-alvo.
- Treinar subidas para NY não exige obsessão por altimetria: inserir subidas e falsos planos na rotina (especialmente em cidades como São Paulo) pode ser suficiente e ainda evoluir o condicionamento.
- A logística da largada em Staten Island é parte relevante do desafio: transporte em massa, revista e longas esperas exigem estratégia de alimentação, hidratação e tempo de chegada.
- Correr com menos pressão por tempo pode paradoxalmente liberar performance: ao priorizar viver a experiência e curtir o processo, Marcella sustentou um ritmo forte e fez RP numa prova difícil.
- A energia da torcida (especialmente no Brooklyn) muda o jogo mental da maratona, ajudando a atravessar trechos duros e a manter a motivação quando o corpo começa a cansar.
- Buscar metas como índice de Boston pode ser motivador, mas transformar a corrida em cobrança pode repetir padrões de frustração; a evolução pode vir “naturalmente” sem contaminar o prazer do esporte.
Tópicos: Maratona de Nova York (Majors): inscrição, viagem e experiência, Ciclo de treinos para maratona: constância, volume e maturidade esportiva, Logística de largada em Staten Island (ônibus, filas, revista e alimentação), Performance e mentalidade: correr sem pressão por tempo, RP e planos para Boston
Citações
- “Agora eu tenho para mim que eu vou aproveitar quando eu tiver saúde, porque esse é o mais importante.” — Mariana Real
- “Eu acho que o melhor dinheiro que a gente pode gastar na vida com experiência.” — Marcela Fant
- “Todo mundo tem uma experiência dessa, eu vou chegar lá no final, vou est ferrada e vou pagar a conta do que eu tô fazendo agora. Mas não vou ficar na noia disso, vou aproveitar.” — Marcela Fant
- “Eu não quero nunca contaminar corrida com o que eu tive na ginástica olímpica, sabe?” — Marcela Fant